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Comissão de Saúde

Grupos de Trabalho da Comissão de Saúde



1. GT Espaço Saúde e Cultura Ernesto Che Guevara

Será o centro articulador das ações, atividades e proposições de saúde

promovidas no AIJ. Um local de encontro e referência dos movimentos e

práticas de Educação Popular em Saúde. Além deste, mais cinco espaços

distribuídos pelo Acampamento chamados “Mini-Ches”, ou “Chezinhos”

serão os locais de promoção de saúde, que serão geridos pelos movimentos sociais.



O espaço de Saúde e Cultura Ernesto Che Guevara, terá cerca de 160m² de área construída e uma cobertura de lona em formato circular de aproximadamente 400m2. Internamente, sua divisão tem um formato de espiral, abrigando salas de procedimentos, de recuperação e outras salas de atendimentos individuais. Além disso, haverá uma área aberta e semi-coberta, onde serão abrigadas diversas formas de abordagem terapêuticas em saúde desde a medicina convencional até a medicina indígena, passando pela fitoterapia e uma gama das denominadas terapias "contra-hegemônicas".



Em relação a fitoterapia, há um grupo de trabalho enfocando a farmácia verde, agindo em parceria com o Movimento dos trabalhadores sem terra (MST). Este pretende ser um espaço de socialização do saber popular sobre a produção e utilização destes remédios.

  1. GT Acampadinhos – Espaço Criança

A idéia de constituir um espaço para as crianças dentro do AIJ surgiu com a demanda apresentada por algumas pessoas que acamparam com seus filhos nos Fóruns anteriores e não tinham onde deixá-los durante a realização das atividades. Mais do que um espaço de acolhimento e cuidado propomos que este seja um espaço educativo, onde as crianças poderão conhecer e vivenciar algumas propostas apresentadas durante o Fórum Social Mundial.

Entendemos a educação como um processo amplo e dinâmico que se faz no cotidiano, através do permanente diálogo entre os sujeitos com o meio onde vivem e com o mundo. A educação, enquanto processo complexo, é interdisciplinar, pois se relaciona com diferentes saberes sem isolá-los do todo que é a vida.

Queremos que o “espaço criança” do AIJ reúna novamente a ludicidade e a educação. Teremos nesse espaço cerca de 50 “acampadinhos” de diferentes lugares, culturas, etnias, brincando. E como brincadeira é coisa séria, quem sabe encontramos nestes momentos inspirações para este outro mundo que queremos construir.


3) GT Vídeo

A Comissão de Saúde do 5o AIJ lançou a proposta de produzir um vídeo sobre sua caminhada nesta construção, entendendo as mídias digitais como ferramentas de transformação social de grande valor. Partindo do conceito de saúde que adotamos, os temas serão abordados sob a forma de questionamentos e provocações, aliados a imagens interessantes e contundentes das diversas realidades humanas. Lançaremos ao espectador a pergunta cuja resposta será o conceito, ou não-conceito, de saúde que buscamos.

Em termos da estética no vídeo, a proposta é trabalhar com o formato de documentário, sem ser tradicional ou conservador na abordagem, usando elementos criativos e alternativos, evitando cair em lugares-comuns quando se trata de produzir um vídeo sobre o AIJ e o FSM. Queremos construir algo para não ser esquecido facilmente e que sirva de ferramenta para construção coletiva futura.


4) GT Caleidoscópio

O GT Caleidoscópio surge da união dos antigos GTs Redução de Danos, Saúde do Trabalhador, Saúde Mental e Moradores do Parque. A união deu-se por entendermos que estes temas, além de transversais nas ações da Comissão de Saúde do AIJ, não podem ser tratados separadamente se entendermos as ações de saúde a partir do conceito de integralidade. O nome surge por representar a multiplicidade, a singularidade e a diferença.


A vivência de situações que poderíamos classificar como insalubres nos levaram a pensar em algumas estratégias para tornar nosso ambiente de trabalho mais saudável, demanda que partiu da equipe de trabalho do AIJ.


Uma característica importante do Parque Harmonia, onde acontecerá o AIJ, bem como de outros locais da cidade, é a presença de moradores de rua, que têm no Parque seu local de moradia. Entendemos ser de grande importância compormos com estes moradores a ocupação do Parque, que se transforma radicalmente durante os dias do FSM. Vimos refletindo com esta população, bem como os órgãos públicos, os quais já vêm desenvolvendo atividades com estes grupos, no intuito de elaborar em conjunto estratégias onde estes atores sociais estejam integrando-se à construção coletiva de um outro mundo.


Outro objetivo é propor vivências que buscam a troca de conhecimentos e fazeres voltados para a diminuição de riscos em relação a diversas práticas sociais (uso de drogas, exercício da sexualidade, da cidadania, de cuidados com meio ambiente, com o corpo, etc.), partindo do conceito ampliado de redução de danos. Acreditamos que, através do paradigma da redução de danos, podemos estimular a responsabilização e a produção de sentido do sujeito frente a suas escolhas, assim como o posicionamento crítico frente aos fenômenos sociais.


A possibilidade de trabalhar e discutir o conceito de normalidade nos abriu a frutífera oportunidade de questionar e atravessar a história da clínica e da loucura, tensionando as práticas e condutas manicomiais. Nossa proposta de intervenção pretende-se enquanto fluxos, intensidades, zonas de freqüência. Sendo assim, ela não se apresenta enquanto ação para a construção de um território, mas enquanto movimento presente (embora muitas vezes esteja virtualmente distante do alcance dos olhos).



5) GT Pesquisa

Tendo em vista a diversidade sociocultural dos indivíduos que participam do Fórum Social Mundial desde o seu início, e sabendo da deficiência de informação confiável a respeito dos mesmos se está elaborando um instrumento de pesquisa a ser implementado durante os oito dias do Acampamento Intercontinental da Juventude. Essa pretende constituir um banco de dados sobre a natureza e identidade de movimentos e práticas de Educação Popular em Saúde, em prol do fortalecimento ao cadastro de suas experiências e práticas. Além disso se procura realizar um levantamento do perfil epidemiológico do acampado, sabidamente heterogêneo, que possa servir de base para futuros FSM e AIJ. O objetivo é que possamos fazer o registro desses dados, obtendo, assim, um mapeamento das articulações sociais e sujeitos presentes nesse processo.


Nota Conceitual



Projeto detalhado da comissão de saúde


E–mail da Comissão: saude@acampamentofsm.org

GT DE TRADUÇÃO

Comissão de Credenciamento

Comissão de Programação

Comissão de Infra-estrutura e Planejamento

Comissão Ambiental

Comissão de Mobilização

Comissão de Economia Solidária

Comissão de Comunicação

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 Última atualização: 21/10/2018
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