PMPA/SMC / Prêmio Dramaturgia / Autores Premiados / 2008 / 3º colocado
23/07/2009

Odir Ramos da Costa

Nasceu em 05 de abril de 1936, em Rio Bonito, RJ. Além da peça premiada, agora, ele é autor de Sonho de uma noite de velório que recebeu o Prêmio do Serviço Nacional de Teatro (1975) e foi publicado pelo MINC; de A Araponga (ou Comitê de Vila Maria) que foi encenado e recebeu Menção honrosa do Serviço Nacional de Teatro (1976); No tempo do Corta-jaca (1977); É duro, irmão (1980); Mate com limão e cicuta (2004); Auto de Natal (1982/1984); além de outras obras publicadas e premiadas. Possui, ainda, atuações como roteirista e ator de cinema. Foi Diretor do Teatro Armando Gonzaga, do Teatro Artur Azevedo, do Teatro Faria Lima e do Projeto Fim de Tarde, todos da FUNARJ; exerceu a curadoria do Ponto de Cultura Centro Popular de Conspiração Gargarullo, em Miguel Pereira, RJ.

Palavras no chumbo derretido, de Odir Ramos da Costa, traz como tema central a escolha entre o uso da ética ou da antiética. A peça apresenta dois personagens - um velho operário aposentado, linotipista por ofício, e uma bela jovem em ascensão no mundo empresarial – que se confrontam, cada qual com o objetivo de converter o outro à sua ótica ou de atropelá-lo.  A partir do choque de interesses entre pessoas de idades, origens e concepções tão distantes, o texto, em tempo real,  vai mostrando como, nas relações humanas, sempre será possível buscar convergência, ainda que tudo pareça antagônico.




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