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Teatro da OSPA

A Ospa

Segunda orquestra mais antiga do país, fundada em 1950. Mantida até 1964 com a colaboração de sócios da comunidade, foi encampada pelo governo estadual em 1965 e transformada em fundação, sob forma autárquica, através de decreto. Desde então, é mantida e administrada pelo governo do Estado como órgão da Secretaria Estadual da Cultura. O teatro sempre funcionou como complexo musical e educativo, com o objetivo de disseminar a música erudita e a formação de platéias no Rio Grande do Sul. Atualmente conta com cerca de cem músicos e é assistida anualmente por mais de cem mil pessoas.


A Sede

A orquestra só passou a ter uma sede permanente em 1984, quando foi alugado o antigo Teatro Leopoldina, na Avenida Independência. Em 2003, após a solicitação do imóvel pelos proprietários, surgiu a idéia de construir uma sede própria no Shopping Total. Devido a entraves jurídicos e à reação de moradores e ambientalistas, o local foi descartado. A partir de 2006, a Ospa negociou com a prefeitura a área ao lado da Câmara Municipal, no parque Maurício Sirotsky Sobrinho. 

Concebida através de Leis de Incentivo a Cultura - Lei Rouanet, com empenho de verba de R$ 20 milhões do Ministério da Cultura e com contrapartida de R$ 10 milhões do Governo do Estado.


O projeto

Com área total de 12.826,83 m², o projeto inclui critérios ecologicamente corretos, prevendo o reaproveitamento de água, o uso de energia solar e de telhado verde. Todos os materiais de instalações elétrica, hidráulica, estruturais e de sistema de ar-condicionado serão certificados para que a obra possa candidatar-se ao título de greenbuilding. A acústica da Sala de Concertos será uma das melhores do Brasil.

O projeto inclui 7 camarins, backstage, coxia lateral e foyer dos músicos, sala do piano, cabine operacional, depósito de instrumentos, cadeiras de orquestra, doca de carga e descarga, hall de carga e descarga, salas de ensaio para metais, percussão, cordas, madeiras e harpa, 2 sala de ensaio coletivo, 4 salas para prática individual, piso técnico, musicoteca e reprografia.

As áreas de apoio incluem bilheteria, chapelaria, loja, terraço, sanitários, café, restaurante e bar, piano, coro, presidência e superintendência, diretoria artística, sala do maestro, departamentos administrativo e financeiro, de pessoal e jurídico, salas de reuniões e recepção, área para funcionários (sanitários, copa, vestiários) e estacionamento com 375 vagas.

A Platéia, com 21,50m de largura e 48,00m de comprimento, foi dividida em setores subdivididos em dois níveis cada um: platéia baixa, platéia alta, mezanino baixo, mezanino alto, abrigando um total de 1516 pessoas. 


Cronologia:


Agosto de 2006 – Definida área da nova Sede no parque Maurício Sirotsky Sobrinho, com vista para o Guaíba, após a conclusão de um relatório de impacto ambiental e de um estudo de viabilidade urbanística. 

Janeiro de 2007 - Lei de Concessão de Uso da área aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre ( Lei 10141/07)

Junho de 2008 – Apresentação do projeto, com maquete, da nova sede do Teatro da Ospa, no Palácio Piratini.

Setembro de 2008 - O Relatório de Impacto Ambiental, executado pela empresa Profill Engenharia, identificou possíveis impactos ambientais, estudando cobertura vegetal, arqueologia, solo, redes pré-existentes, tráfego, fauna, drenagem, dentre outros aspectos. Foram identificadas 344 árvores no terreno, de 23 espécies diferentes. Para obra serão removidas 30 vegetais exóticos e uma figueira será transplantada. Como compensação serão doadas 127 mudas ao Viveiro Municipal.

Dezembro de 2008 – A Secretaria do Meio Ambiente realizou Consulta Pública com objetivo de dirimir dúvidas e acolher sugestões para integrar o parecer final e liberação da Licença Prévia.

Março de 2012 - Início simbólico das obras da Sala Sinfônica da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), com apresentação da Orquestra no Parque Harmonia. A primeira fase da obra inclui a execução das fundações pela Empresa vencedora da licitação Serki Fundações.

Maio de 2012 – Conclusão da primeira fase da obra .As fundações são compostas de duas partes: o estaqueamento e os blocos de concreto. A fase que encerrou foi a de estaqueamento. Nela, foram utilizadas 382 estacas, 8 mil sacos de cimento e 70 toneladas de aço.

Junho de 2012 – A Fundação Cultural Pablo Komlós abriu o Edital de Licitação com o objetivo de contratar a execução da segunda fase da obra: os blocos de concreto armado, que serão construídos nas cabeças das estacas, para apoio dos pilares da fundação do prédio do Museu da Música e Teatro da Ospa.

Julho de 2012 - Assinado convênio entre Ministério da Cultura (MinC) e a Secretaria da Cultura (Sedac) do Estado para repasse de recursos no valor de R$ 25 milhões.

Agosto de 2012 - A empresa Epplan Construtora LTDA foi a vencedora da licitação de concorrência para a segunda fase das obras. O orçamento foi fechado em R$ 783.787,07, abaixo do valor previsto.

Abril 2013 – Finalizada a segunda fase da obra. 

Outubro 2013 - Abertos os envelopes da licitação de concorrência para a terceira etapa das obras, na qual será construída a supraestrutura do prédio. A terceira etapa será custeada por verba de convênio firmado entre o Ministério da Cultura e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

A conclusão da obra está prevista para o segundo semestre de 2014.

Patrocinadores e Apoiadores: As duas primeiras etapas da construção foram financiadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Banrisul, Souza Cruz, Vonpar, Lojas Renner, SulGás, Randon, Celulose Irani e Habitasul, e apoio de STIHL, BarraShopping, Marcopolo, Pactum e CIEE, através da FCPK. 
A terceira etapa será custeada por verba de convênio firmado entre o Ministério da Cultura e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul. 

Investimento: custo total estimado para a obra - R$ 46 milhões.



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Liane Klein
(51)3289.8275

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