PMPA / SMURB / Viva o Centro / Conheça o Centro / Bens Tombados / Museu Júlio de Castilhos

Museu Júlio de Castilhos

End.: Rua Duque de Caxias, 1231
Tombado: IPHAE - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado

O Museu Júlio de Castilhos é o museu mais antigo no Rio Grande do Sul.

Fundado em 1903, como museu do Estado, por decreto assinado pelo então Presidente do Estado Borges de Medeiros, a instituição foi criada com o objetivo de abrigar objetos que vinham sendo coletados desde 1901, e estavam sediados nos pavilhões construídos para a 1ª Exposição Agropecuária e Industrial do Estado – no atual Parque da Redenção.

Em 1905, a casa da Rua Duque de Caxias, nº 1231, da família de Júlio de Castilhos, que falecera dois anos antes, foi adquirida pelo poder público. Em 1907, o Museu do Estado passou a denominar-se Museu Júlio de Castilhos.

Composto por cerca de dez mil peças, o acervo do Museu Júlio de Castilhos possui as seguintes catalogações: armaria, arquitetura, arreios, arte náutica, bandeiras, bibliografia, condecorações, documentos, escravatura, etnologia, filatelia, heráldica, iconografia, indumentária, instrumentos musicais, instrumentos de trabalho, máquinas, medalhas, missões, mobiliário, numismática, objetos decorativos, objetos de uso pessoal, regionalismo, sigilografia, tesserologia, utensílios domésticos e viaturas.

O casarão do Museu foi construído em 1887 para servir de moradia ao Coronel Augusto Santos Roxo, herói na expedição de reconquista do território brasileiro ocupado pelas forças paraguaias. No entanto, adquirido pela Comissão Executiva do Partido Republicano Rio-grandense (PRR), o prédio acabou sendo doado a Júlio de Castilhos que ali viveu com sua esposa, Honorina e seus seis filhos.

Em 1909 foi realizada a primeira reforma na casa para adaptá-la às atividades de exposição. Depois, vieram outras duas: em 1925, com a construção de duas salas no pavilhão superior, e durante o período de 1968 a 1973, quando o prédio recebeu reformas no telhado, no forro, no assoalho, na rede hidráulica e na elétrica. O Museu voltou a ser aberto ao público durante as festividades dos seus 70 anos.

Em 1980 o prédio ao lado da sede do Museu, de número 1.205, construído entre os anos de 1917 e 1918, foi adquirido pelo governo do Estado para possibilitar a ampliação da instituição. As obras de restauração do anexo foram concluídas em 1996, inaugurando novos espaços de exposição.  Neste mesmo ano, o casarão do Júlio de Castilhos foi desativado, em vista da necessidade de reformas no telhado e da colocação de um novo forro, ações que foram realizadas, parcialmente em 1997.

Ao longo de um século de existência, o Museu Júlio de Castilhos vem promovendo a expressão das identidades culturais do povo rio-grandense, democratizando o acesso ao conhecimento e possibilitando a reflexão crítica em relação às questões relacionadas à história do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Referências:
http://www.museujuliodecastilhos.rs.gov.br/
http://www.revistamuseu.com.br/




» contatos
Liane Klein
(51)3289.8275

Desenvolvimento PROCEMPA