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Rua Marechal Floriano Peixoto

Vai da Praça XV de Novembro até o entroncamento composto pelas ruas Coronel Genuíno, José do Patrocínio e Demétrio Ribeiro.

Demarcava o perímetro externo no primeiro arruamento da vila. Seu primeiro nome, Rua de Bragança, tem origem desconhecida. Era caminho tradicional de procissões da Matriz, que percorriam a Rua da Igreja (Duque de Caxias), a Rua da Praia, a Rua do Arroio (Bento Martins), retornando à Matriz. É provável que, por este motivo, tenha recebido calçamento já em 1819.

A abertura do segmento entre a Duque e “as ruas de baixo” ocorreu por volta de 1844 e ficou conhecido como a “Ladeira do Liceu”, porque ali havia um grande número de escolas particulares para meninas que ensinavam a ler, escrever, coser e a bordar.

Entre 1838 e 1857 funcionou ali o Teatro Dom Pedro II, conhecido como “Teatrinho”, antecessor do Theatro São Pedro, que apresentava espetáculos populares.

Em 1870, era uma das artérias mais importantes do centro, com forte comércio atacadista e varejista e foi batizada pela Câmara como Rua General Silva Tavares, em homenagem ao Barão de Itaqui. Vinte e três anos depois, Júlio de Castilhos, presidente do Estado, articulou a troca do nome para Rua Marechal Floriano Peixoto, Presidente da República, militar da simpatia dos castilhistas, não admitindo a homenagem ao adversário político Silva Tavares que havia assumido o comando de uma tropa na Revolução Federalista.

Em 2006, a última quadra da Marechal Floriano, passou a fazer parte do “Caminho dos Antiquários”, passeio cultural que atrai, aos sábados, um público aficionado por antiguidades.

Referências:
Franco, Sérgio da Costa. Guia Histórico de Porto Alegre. Porto Alegre: Editora da Universidade (UFRGS)/Prefeitura Municipal, 1988


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